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  • Nutricionista Gisele Assumpção

Fome física ou emocional?

Atualizado: Fev 4

Muitas vezes temos dificuldades de perceber quando a fome que estamos sentindo é de alimentos ou de afeto. Como assim?


Existe uma conexão muito forte e complexa entre comida, emoções e comportamentos. Dessa forma, não é incomum que a comida seja usada para reduzir ou cessar emoções e prolongar sensações positivas. Por isso, o estado emocional pode influenciar o desejo de comer de diferentes formas: alguns comem menos, outros comem mais, porque, em tese, não somos imunes às emoções em nosso jeito de comer - nem devemos!


No entanto, uma relação de desequilíbrio ocorre quando a comida é usada para “tapar buracos” emocionais, ou lidar com problemas que nada têm a ver com ela. Quando isso ocorre, podemos estar lidando com o Comer Emocional, que surge na tentativa de regular emoções.


A fome fisiológica é aquela que surge para suprir nossas energias. É vital para a nossa saúde. Já a fome emocional pode surgir quando não estamos olhando para alguma outra necessidade básica que requer mais atenção, por exemplo: poucas horas de sono, privações alimentares, e um alto nível de estresse.





Então, como identificar se a fome é física ou emocional?


Aconselha-se fazer a seguinte pergunta: isso é fome fisiológica? Se sim, deve-se honrá-la. Se perceber que o uso da comida está relacionado com distração ou conforto, deve-se buscar outras distrações e confortos.


Às vezes, pode ser mais desafiador conseguir perceber de imediato essa diferença entre a fome fisiológica e a fome emocional. Dessa forma, é aconselhável que busque um profissional nutricionista, que tenha esse olhar voltado para o comportamento alimentar, para que juntos se possa traçar metas para diminuir o comer emocional e possibilitar a sintonia com o corpo e a precisão dos sinais internos de fome e saciedade.





Para saber mais, você pode entrar em contato pelo telefone (48) 98500-7898 ou pelo e-mail giseleassumpcaovieira@gmail.com


Fonte: Alvarenga, Marle. Et, al. Nutrição Comportamental. 2º ed.- Barueri. SP. Manole, 2019.

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